A Agência Pública, que foi financiada por George Soros, anunciou nesta segunda-feira (12) que o seu “projeto de fact-checking”, o Truco, “deixa de ser um projeto permanente”.

Segundo o comunicado, a Pública focará em “investigar o governo Bolsonaro e as consequências que ações do governo terão na vida dos brasileiros – em especial, das populações mais vulneráveis”. Em outras palavras: fará oposição ao novo governo.

O primeiro projeto neste sentido será a “investigação de um tema de grande relevância pública, o uso de agrotóxicos pela indústria do agronegócio”, em parceria com a organização Repórter Brasil, criada e presidida pelo socialista Leonardo Sakamoto.

É o “fact-checking” esquerdista mostrando a sua verdadeira cara.

4 comments
  1. “‘investigar o governo Bolsonaro e as consequências que ações do governo terão na vida dos brasileiros – em especial, das populações mais vulneráveis’. Em outras palavras: fará oposição ao novo governo.”
    Não entendi. Investigar um governo vigente em prol das pessoas que mais precisam é um trabalho democrático e cidadão. Aconteceu com o PT, está acontecendo com o Temer. Sua página embora seja situação, tá o tempo todo “investigando” os outros. Mesmo que vocês não investigam, por exemplo, as supostas acusações de lavagem de dinheiro envolvendo o Bolsonaro que andam rolando em quase todas as mídias?
    Sua fala deu a entender que pensar nos mais vulneráveis é se opor ao governo. Vcs acham, por o acaso, que o governo Bolsonaro vai ser intocável? Ou a corrupção acontece só até onde é conveniente pra vocês? Muito desonesto.
    Além do mais, a fiscalização é um ato independente de uma associação livre entre pessoas com interesses em comum, que justamente por não confiarem em algum governo, fazem um trampo de investigação por conta. O nome disso é liberdade de imprensa. (Vcs deviam entender melhor que ngm)

  2. Taí a verdade sobre essa galerinha que endossava as mentiras da Foice de São Paulo.
    BNDES vai expor e implodir muuuita coisa no Brasil.

  3. A Administração Pública é “fiscalizada” rotineiramente. Portanto, não há necessidade de fiscais externos. A emergente preocupação parece surgir do engessamento dos Órgãos fiscalizadores durante o período petista. Não será nada estranho encontrarem más condutas do período passado.

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