Em artigo publicado nesta quinta-feira (20), o jornalista e membro do Conselho Editorial da Folha, Janio de Freitas, defende a decisão de Marco Aurélio Mello que soltaria Lula. A medida foi posteriormente revogada por Dias Toffoli após uma reunião do Alto Comando do Exército.

No texto, intitulado “O fim da espera sem fim” e claramente escrito antes de Toffoli revogar a medida, Janio afirma que a decisão de permitir a prisão após condenação em segunda instância foi uma “atitude de prepotência gritante” e que a decisão de Marco Aurélio, que livraria Lula e mais de 200 mil presos da cadeia, seria o fim dos “joguetes de política”.

A realidade, entretanto, foi mais rápida do que o prepotente jornalista da Folha e acabou com a decisão que ele comemorou. Coisas da mídia que já está velha pela manhã.

13 comments
  1. Assinei a Folha recentemente e pela primeira vez, porque ela mostra maturidade, imparcialidade e sobretudo coragem de informar a realidade nesse caso de Lula e na aberração chamada bolsonaro, mesmo diante da iminente perseguição que sofrerá do sistema pervesso que assola o Pais.

      1. Assinou um jornal que publica fake. Uma imprensa totalmente imparcial. Informar a realidade e não só o quê os jornalistas querem. E não aceitam que a maioria não quer mais do mesmo. Vimos o que deu quando Aécio questionou o resultado. Roubalheira dos dois lados. E ele quer a dar uma de Santo. Nos poupem.

  2. Por causa de caras como esse e pela parcialidade da Folha, deixei de assinar esse jornal, que já foi um marco da imprensa brasileira.

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