A Editora Abril foi vendida hoje (20).

A família Civita, que fundou a empresa em 1950, passará o seu controle para Fabio Carvalho, advogado carioca especializado em recuperação de empresas e que tem participação na Casa & Vídeo, na Liq (ex-Contax) e controla a Leader Magazine.

O contrato foi assinado em São Paulo e inclui gráfica, editora, distribuidora de revistas e a empresa de logística do grupo Abril. O valor da venda foi simbólico, R$ 100 mil, dado que o novo dono herdará uma dívida de R$ 1,6 bilhão, sendo R$ 1,1 bilhão devidos aos bancos Bradesco, Itaú e Santander.

Com informações d’O Globo

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13 comments
  1. Para alguém que trabalhou na Abril por 20 anos e dirigiu seu Departamento Jurídico por mais de dez na décadav de 80, esta notícia produz uma sensação de desânimo e consternação. Infelizmente do seu Victor só restou a memória.

  2. A nova administração, tem de ter bom senso, e saber que os extremos não são bons conselheiros, jornalístas, editores, mídias, não têm de dar sua opinião política, e sim divulgar fatos, provas, evidências, jornalismo investigativo responsável, sem tendência, vende, e bem, mantenha a neutralidade, e se for inevitável, fique no centro, em cima do muro.

  3. Da série “Quem lacra não lucra”! Demorou para esta merda que se tornou a Editora Abril ir à lona. Durante anos fui assinante da Veja, que apesar de em muitos aspectos deixar a desejar, ainda tinha uma qualidade jornalística aceitável. Depois de sua guinada à esquerda passou a fazer um jornalismo chapa branca e cada vez mais furreca. Mesmo a parte que não era política perdeu muita qualidade. Espero ansiosamente que a Folha de SP, hoje mera assessoria de imprensa do PT e da esquerdalha tome logo o mesmo caminho.

    1. Excelente ideia. Depois que Andre Petry entrou, a revista deu uma guinada à esquerda e perdeu milhares de leitores. Além de deixá-los com nojo de suas reportagens via internet.

  4. Se esse comentário chegar ao adquirente do grupo Abril, eu recomendaria humildemente que ele não permitisse que suas revistas jornais de publicações mantivessem a linha progressista e lacradora em seus editoriais e redações.
    Mande os militantes para a rua. É o melhor que você faz.

  5. Espero que esse infeliz que “herdou” essa mídia nojenta se preocupe em fazer jornalismo, do contrário em pouco tempo será ele a passar essa herança pra frente!

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