O ministro Luiz Edson Fachin, atuando no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), negou neste domingo (21) pedido de liminar do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) para censurar o WhatsApp em todo o Brasil. O partido afirmou que o objetivo da representação era “evitar que a disseminação de dados falsos na rede social prejudicasse o segundo turno das eleições”. O magistrado, porém, afirmou que o partido não apontou “a conduta ilícita supostamente praticada” e não havia fundamento para conceder o pedido.

“A pretensão do requerente, de, em sede de liminar, determinar que o representado implemente mecanismo de restrição de compartilhamento, encaminhamento e transmissão de mensagens, além de impor limitações ao número de participantes de novos grupos em sua rede de comunicação, não encontra, no atual momento processual, em que se analisa apenas a plausibilidade dos argumentos invocados, fundamento apto para seu deferimento”, decidiu o ministro.

Ironicamente, durante comício na cidade de Porto Alegre-RS na última segunda-feira (15), a candidata a vice-presidente apoiada pelo PSOL no segundo turno, Manuela D’Avila – que também tentou censurar Danilo Gentili, sem sucesso – afirmou que a candidatura presidencial de Fernando Haddad (PT) defende “a liberdade de expressão”. A Caneta registrou este momento e muitos outros. Confira:

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